{"id":6182,"date":"2024-11-09T22:55:10","date_gmt":"2024-11-10T01:55:10","guid":{"rendered":"https:\/\/mixbrasil.org.br\/32\/?p=6182"},"modified":"2024-11-09T22:55:10","modified_gmt":"2024-11-10T01:55:10","slug":"analisando-estruturas-para-um-futuro-interseccional-producao-e-linguagem-no-cinema","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mixbrasil.org.br\/32\/analisando-estruturas-para-um-futuro-interseccional-producao-e-linguagem-no-cinema\/","title":{"rendered":"Analisando estruturas para um futuro Interseccional: Produ\u00e7\u00e3o e Linguagem no Cinema"},"content":{"rendered":"\n<p>O workshop prop\u00f5e uma reflex\u00e3o cr\u00edtica sobre as pr\u00e1ticas de produ\u00e7\u00e3o e linguagem no cinema contempor\u00e2neo, enfatizando a interseccionalidade como chave para entender e transformar as narrativas audiovisuais. Abordando quest\u00f5es de ra\u00e7a, g\u00eanero, classe e sexualidade entrela\u00e7adas nas estruturas de poder da ind\u00fastria cinematogr\u00e1fica, bem como suas implica\u00e7\u00f5es na representa\u00e7\u00e3o e na recep\u00e7\u00e3o do p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Victoria Negreiros<\/strong> \u00e9 diretora e roteirista brasileira nascida em Salvador e radicada em S\u00e3o Paulo. \u00c9 formada em Audiovisual pela Universidade de S\u00e3o Paulo, tendo estudado tamb\u00e9m na Universit\u00e9 Paris 8 &#8211; Arts, Philosophie et Esth\u00e9tique. Victoria dedica-se \u00e0 pesquisa, escrita e dire\u00e7\u00e3o de projetos com intersec\u00e7\u00f5es de identidades queer e g\u00eaneros cinematogr\u00e1ficos, tendo colaborado, entre outros, com o desenvolvimento de projetos para players como Netflix, Star+, HBO e Paramount, em parceria com produtoras como Boutique Filmes, Cinefilm, Caf\u00e9 Royal, Porta dos Fundos e Chatrone Latin America. Atualmente trabalha como Coordenadora de Desenvolvimento na Maria Farinha Filmes, produtora l\u00edder na Am\u00e9rica Latina focada em filmes e s\u00e9ries de entretenimento de impacto. Seu primeiro curta-metragem, que co-dirigiu e co-escreveu com Julia F\u00e1vero, &#8220;Como respirar fora d&#8217;\u00e1gua&#8221; (2021), foi exibido em festivais de diversos pa\u00edses, tendo ganhado pr\u00eamios nacionais e internacionais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ti\u00ea Villares<\/strong> \u00e9 produtora e roteirista n\u00e3o-bin\u00e1ria. S\u00f3cia da Volta Filmes, produziu o longa-metragem &#8220;Criadas&#8221;, dirigido por Carol Rodrigues, o curta &#8220;The Farm&#8221; (co-produ\u00e7\u00e3o Inglaterra) e est\u00e1 desenvolvendo &#8220;Experi\u00eancias Inc\u00f4modas em Dias Nublados&#8221; (Pr\u00eamio Paradiso 2022), &#8220;Eu Roubei a Chuva Por Amor&#8221; (vencedor de diversos pr\u00eamios, incluindo melhor roteiro no FRAPA) e &#8220;Starvideo&#8221; (Pr\u00eamio Jorge Portugal e participante Kinoforum). Ti\u00ea especializou-se em desenvolvimento de projetos, trabalhando e participando ativamente com longas e s\u00e9ries em iniciativas como BrLab, Sundance Collab, Incubadora Paradiso e Diaspora Lab. Tamb\u00e9m trabalhou como pesquisadora e assistente de roteiro no longa-metragem &#8220;O Clube das Mulheres de Neg\u00f3cios&#8221;, de Anna Muylaert. Em 2023, fundou o selo &#8220;Revolta&#8221;, um bra\u00e7o da Volta Filmes focado em capacita\u00e7\u00e3o profissional e financiamento de oportunidades criativas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O workshop prop\u00f5e uma reflex\u00e3o cr\u00edtica sobre as pr\u00e1ticas de produ\u00e7\u00e3o e linguagem no cinema contempor\u00e2neo, enfatizando a interseccionalidade como chave para entender e transformar as narrativas audiovisuais. Abordando quest\u00f5es de ra\u00e7a, g\u00eanero, classe e sexualidade entrela\u00e7adas nas estruturas de poder da ind\u00fastria cinematogr\u00e1fica, bem como suas implica\u00e7\u00f5es na representa\u00e7\u00e3o e na recep\u00e7\u00e3o do p\u00fablico. 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