COMPETITIVA LONGAS

Andrezza Czech
Andrezza Czech é atriz, roteirista, diretora e realizadora, com enfoque no protagonismo sapatão. Autora de “Levante”, dramaturgia premiada pelo CCSP; “Os Signos das Minhas Ex”, série com 20 indicações e seis prêmios; “Manual da (não tão) Nova Lésbica”, menção honrosa pelo FRAPA e semifinalista no Guiões; e dos curtas “Fora de Época”, “Casa” e “Amígdalas”.
João Pedro Mariano
João Pedro Mariano é ator, nascido em Guaxupé e formado em atuação pela SP Escola de Teatro. Atuante no teatro e no audiovisual, integrou diversos espetáculos que circularam pelo Brasil e é cofundador do coletivo de artistas A.Bordar, que busca emprestar vozes, corpos e emoções para que vítimas de violências e abusos possam contar suas histórias. Foi indicado ao Prêmio Grande Otelo 2025 como Melhor Ator de Longa-Metragem por sua atuação em “Baby”, filme que estreou na Semana da Crítica do Festival de Cannes e lhe rendeu os prêmios de Melhor Ator no Festival do Rio, no Fest Aruanda e de Melhor Interpretação no MixBrasil, além de consagrá-lo como Revelação do Ano. Atualmente, integra o elenco da série “Tremembé”, produção original da Prime Video.


Wiktor Morka
Wiktor Morka é advogado e especialista na indústria cinematográfica. Colabora com os principais distribuidores de cinema da Polônia. Desde 2010, é o organizador e diretor artístico do maior festival de cinema queer da Europa Central e Oriental — LGBT+ Film Festival Poland.
COMPETITIVA CURTAS

Clari Ribeiro
Clari Ribeiro é diretor, montador e sócio da produtora independente Excesso Filmes. Estreou no IFFR 2024 seu último curta “Se Eu Tô Aqui é Por Mistério”. Com esse filme recebeu 12 prêmios, entre eles: Outstanding Narrative Short no Frameline48, Prêmio Especial do Júri no 31º Festival de Vitória e o Lili Award de Melhor Curta no 39° MIX Copenhague. Em 2021, ganhou o Prêmio Especial do Júri em Sundance por sua atuação no filme “Uma Paciência Selvagem Me Trouxe Até Aqui” (Éri Sarmet, 2021), do qual também é montador. Em seus filmes, Clari experimenta linguagens e mistura gêneros cinematográficos, criando universos delirantes e personagens fabulosos.
Márcio Picoli
Márcio Picoli é diretor, roteirista e produtor. Seu primeiro curta “O que Pode um Corpo?” conquistou o prêmio de melhor direção no Mix Brasil. “Possa Poder” estreou na Mostra de Tiradentes, ganhando o prêmio de melhor ator no Festival de Gramado. “Zagêro” foi premiado com o Coelho de Ouro de melhor curta no Mix Brasil. Atualmente trabalha na pós-produção de seu primeiro longa-metragem, “London”, com previsão de lançamento para 2026.


Marina Bastos
Marina Bastos é diretora, roteirista e montadora. Idealizadora do SaPatrônica: Guia audiovisual de memórias e afetos, projeto que investiga a memória sapatão de São Paulo por meio do audiovisual. Dirigiu curtas como “Carta de Saída”, “Instruções para Destruir um Armário” e “Um Sapatão na Kaminhada”, e atuou em documentários para o Unicef, TV Globo, Disney e Netflix.
REFRAME

André Pitol
André Pitol é pesquisador de arte, curador e professor, com doutorado pela USP. É docente da École Intuit Lab e da PUC-SP. Escreveu ensaios para e-flux, The Brooklyn Rail, Photographies, Mídia Ninja e ZUM. Foi curador adjunto de A Parábola do Progresso (2022) e é co-curador adjunto da 36ª Bienal de São Paulo (2025).
Francesca Fini
Francesca Fini é uma artista interdisciplinar, cineasta experimental e performer cujo trabalho explora o choque entre tradição e inovação. Por meio do cinema, das mídias ao vivo, da instalação e da inteligência artificial, ela cria narrativas poéticas e surreais que questionam os limites entre corpo, tecnologia e identidade, mesclando a nostalgia analógica com algoritmos generativos.


Raya Martigny
Raya Martigny é modelo, artista e atriz nascida na Ilha da Reunião, reconhecida por sua influência na moda e por seu compromisso com a representatividade queer. Iniciou sua carreira desfilando para grandes maisons de moda e estrelando campanhas internacionais, antes de expandir sua prática criativa para o cinema. Musa do cineasta Alexis Langlois, participou de cinco de seus filmes, incluindo Les Reines du Drame, que estreou no Festival de Cannes em 2024. Em 2025, protagoniza Queen Size, curta de Avril Besson indicado ao prêmio de Melhor Curta de Ficção no 50º César. Em 2026, voltará a colaborar com Besson em seu primeiro longa, ao lado de India Hair e Éric Cantona.
IA

Grace Lis
Grace Lis é doutoranda em Imagem e Som pela UFSCar, onde pesquisa o uso da Inteligência Artificial no aprimoramento da experiência educacional com materiais audiovisuais. Com mais de 25 anos de experiência em design, marketing e educação, atua como professora de Produção de Vídeos no curso de Moda e Criatividade em Publicidade, além de ser docente principal do curso de Computação Gráfica, no qual desenvolve projetos audiovisuais ao longo de toda a formação dos alunos. No NEES (Núcleo de Excelência em Tecnologias Sociais), trabalha como gestora de produtos em um projeto para o Ministério da Cultura.
Mario Londoño
Cineasta, pesquisador, programador e curador colombiano radicado em Marselha, França. Doutorando em Estética, mestre em Arte e Tecnologia, mestre em Pesquisa. Criador e diretor do FIVIA – Festival Internacional de Vídeo e I.A. Professor de Antropologia e Estética Anticolonial. Desenvolve projetos colaborativos e pedagógicos em torno da inteligência artificial. Trabalha de maneira tricontinental com tecnologias sociais e digitais. Seu trabalho integra a coleção do Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires (MALBA).


Marcos Serafim
Artista e pesquisador brasileiro, professor de Fotografia, Vídeo e Imagem na Universidade do Arizona, em Tucson. Sua pesquisa investiga as materialidades do dado, da mídia e da imagem em práticas audiovisuais experimentais. Sua obra explora as interseções entre tecnologia e subjetividades dissidentes, com foco em narrativas queer e nas reverberações da crise do HIV/AIDS. Participou da 5ª e 6ª Bienal do Gueto (Haiti), instituições como o EMPAC – Experimental Media and Performing Arts Center e o Queens Museum (EUA), e festivais como o DocLisboa (Portugal), Courant/Immersity 3D (França) e Crossroads-Cinemateca de São Francisco (EUA).
MIX LITERÁRIO

be rgb
be rgb (Breno) escreve, traduz, revisa e conduz oficinas literárias. Defendeu sua tese de doutorado sobre os estudos feministas da tradução e/m queer-cu~ir na UFSC em 2022. Trabalha com poesia, prosa e textos de não-ficção de diversos temas, com experiência em estudos feministas, trans, queer e mais. Interessade em experimentações sensíveis, rituais, trilhas e oráculos. Integrante da Membrana, mora em Curitiba. Foi tradutorie residente do Institut Ramon Llull em Barcelona (23/set./2023 a 23/out./2023).
Profissional com 9 anos de experiência em tradução, revisão, preparação e atividades culturais na literatura. Dedicação integral desde 2023, após complementar a renda durante mestrado e doutorado em Estudos da Tradução (2016–2022). Foi tradutorie residente (set./out 2023) do Institut Ramon Llull em Barcelona e convidade pelo Instituto Cervantes Berlim como autorie traduzide por Odile Kennel na Latinale (2021). É escritorie e já publicou 5 livros — com destaque para 7Letras, Douda Correria, Philos — e 3 plaquetes (Macondo, Palimpsestus, Hámor).
Gabriela Soutello
Gabriela Soutello, vencedora da primeira edição do Prêmio Mix Literário, é autora do livro de contos Ninguém Vai Lembrar de Mim e está prestes a lançar seu segundo livro.
Gabriela foi reconhecida pela Forbes Brasil Under 30 em 2021 como um talento de destaque no campo literário. Nascida em São Paulo e sempre imersa no universo da arte e da cultura, defende os direitos das mulheres e da comunidade LGBT+, é apaixonada por psicologia e comportamento humano e acredita que a literatura pode ajudar as pessoas a encontrarem pertencimento e uma forma menos assustadora de viver.


Jean Cândido
Jean Cândido Brasileiro é editor, tradutor, empresário e produtor cultural. Mestrando em Letras – Língua Espanhola e Literaturas Espanhola e Hispano-Americana (FFLCH/USP), Bacharel em Psicologia (Puc-Minas) e Artes Cênicas (UniRio).
Fundou em 2016 as Edições Cândido, casa editorial com foco em Literatura, Artes e Humanidades. Idealizador da Casa Queer, projeto multilinguagem com foco na temática LGBT+, casa parceira oficial da FLIP e com edições realizadas no Rio de Janeiro e São Paulo.
ARTES VISUAIS

Leonardo Maciel
Leonardo Maciel (Maringá, 1992) é internacionalista formado pela PUC-SP, artista, designer gráfico, curador, produtor cultural e diretor criativo do Vórtice Cultural. Responsável pela curadoria e produção de mais de 20 exposições, ações e feiras, une sensibilidade estética e pensamento estratégico na criação de experiências que aproximam o público da arte contemporânea, com foco em fortalecer o diálogo entre a Comunidade LGBT+ e o mercado da arte.
Paulo Cibella
Paulo Cibella (São Paulo, 1976) é jornalista, artista visual e curador, cofundador do Vórtice Cultural. Como gestor cultural, dedica-se à difusão da arte erótica e ao fortalecimento de redes que conectam colecionadores, artistas e instituições. Pesquisador e colecionador de arte homoerótica há mais de 30 anos, tem se dedicado também à internacionalização de artistas, ampliando o alcance e a circulação da produção artística brasileira.


Filipe Chagas
Filipe Chagas (Rio de Janeiro, 1978) é designer gráfico e editorial, curador, pesquisador e professor de arte. Formado e mestre pela ESDI/UERJ, possui docência para o Ensino Fundamental e Médio e pós-graduação em Curadoria e Crítica de Arte pela EAV-Parque Lage/Cândido Mendes. Foi coordenador de design do Museu da República e atuou no Paço Imperial nas áreas de design, produção e montagem. Criador da Falo Magazine — primeira publicação científica online gratuita do Brasil dedicada à nudez masculina nas representações artísticas —, tem seu trabalho reconhecido internacionalmente, alcançando leitores em mais de 90 países.
CAIO FERNANDO ABREU

Antônio Féres
Antônio Tempo -Féres Féres (ele/dele, pessoa não binária). Poeta e editor, é autor de Destinos & Destinações (com ilustrações de Valentina Fraiz, Fada Inflada, 2025), Experiências Sobre Editar um Corpo (com ilustrações de Laura Daviña, Garupa, 2020) e Outros Poemas (Urutau, 2018, finalista do Prêmio Rio). Organizou Paraíso Trans: Uma Antologia Transmasculina (Mapa Lab, 2025), que reúne poemas de be rgb, Esteban Rodrigues, floresta, Formigão, Paul Gialdroni, Ravel Machado e Tom Grito. Alguns de seus poemas integram coletâneas, como I who Cannot Sing (organizada por Patricia Lino, Gralha, 2020), e exposições, como a Papel de Parede (curadoria de Gabi Bresola e Marcos Walickosky, 2022 e 2024). Atualmente dedica-se ao projeto poético PARAÍSO TRANS.
Formigão
Vulgo Formigão pele parda, 34 anos (out/1990) contrariando as estatísticas. Da periferia da zona sul de São Paulo. Sapatão onírico (ele/dele). Poeta, zineiro e arte educador no campo da escrita criativa, literatura e fazines. Difundo minhas ideias através das Edições Formigueiro, uma distro de zines marginais, desde 2017. Afro Latina é o título do meu primeiro livro publicado pela Padê Editorial em 2018.


Aramyz
Nascido Elizeu do Carmo Munhoz, residente na capital paulista, formado em Letras pelo Centro Universitário Claretiano, tem como local de nascimento a cidade de Cianote no Paraná, suas obras são:
- Suicídios Diários – Editora Urutau/2024 – vencedor do Prêmio Deus Ateu/2025
- Só as Hienas Matam sorrindo – Editora Urutau – semifinalista do Prêmio Oceanos/2022;
- Todo Dia É Assim – Editora Urutau – finalista do Prêmio Caio Fernando de Abreu/2023;
- Estranho Seria Se Você Soubesse – Editora Laranja Original – finalista do Prêmio Caio Fernando de Abreu/2020 e semifinalista do Prêmio Jabuti/2024
- Aqui Não Falamos Sobre Isso – Editora Folheando – vencedor do Prêmio Variações de Literatura LGBT+/2023